Indicação criteriosa
A condição clínica, os objetivos, os fatores de segurança e as possibilidades terapêuticas são analisados antes da indicação.
Neuromodulação Não Invasiva
No Instituto NeuroAlpha, a Neuromodulação Não Invasiva não é utilizada como uma aplicação isolada. Ela integra percursos clínicos definidos a partir das características, das necessidades e dos objetivos de cada paciente.
O Mapa NeuroAlpha investiga a condição apresentada, analisa os fatores envolvidos e verifica se existe indicação para a Neuromodulação. Quando indicada, orienta a escolha da técnica, dos alvos cerebrais, dos parâmetros, da frequência dos atendimentos e das intervenções que poderão ser associadas.
Nem todas as pessoas são elegíveis para esse tratamento. A indicação depende da avaliação individual, dos critérios de segurança e das evidências científicas disponíveis para cada situação clínica.
O diferencial NeuroAlpha
Ter acesso a uma neurotecnologia não é o mesmo que saber quando, como e por que utilizá-la.
A condição clínica, os objetivos, os fatores de segurança e as possibilidades terapêuticas são analisados antes da indicação.
A técnica, os alvos cerebrais, os parâmetros, a intensidade, a duração e a frequência dos atendimentos são definidos de acordo com cada paciente.
Quando indicada, a Neuromodulação poderá ser associada a intervenções motoras, cognitivas, sensoriais ou funcionais. As respostas são acompanhadas para orientar a continuidade e os ajustes necessários.
Percurso clínico
O primeiro passo é compreender a condição apresentada, as manifestações clínicas, as necessidades funcionais e os objetivos do paciente.
A partir dos achados da avaliação, são definidos a indicação, os objetivos terapêuticos e a forma mais adequada de integrar a Neuromodulação ao percurso clínico.
A estimulação é realizada de acordo com o planejamento individual e poderá ser associada a atividades relacionadas ao movimento, à cognição, à linguagem ou à funcionalidade.
As respostas apresentadas ao longo dos atendimentos são monitoradas para verificar a evolução e orientar possíveis ajustes.
Possíveis aplicações
A Neuromodulação Não Invasiva poderá ser considerada em diferentes contextos da saúde, sempre após avaliação individual.
Doença de Parkinson e outros parkinsonismos
Acidente Vascular Cerebral — AVC
Demências e outras condições neurodegenerativas
Afasia Progressiva Primária e alterações da linguagem
Ataxias e alterações da coordenação e do equilíbrio
Esclerose Múltipla
Neuropatias periféricas
Alterações motoras, sensoriais e funcionais relacionadas a condições neurológicas
Alterações de atenção, memória e funções executivas
Comprometimento cognitivo
Alterações cognitivas relacionadas a condições neurológicas
Objetivos relacionados à preservação da saúde cerebral e da funcionalidade
Dores persistentes
Fibromialgia
Enxaqueca
Sintomas que interferem no movimento e na funcionalidade
Aprendizagem motora
Controle motor
Atenção e tomada de decisão relacionadas ao movimento
Desempenho físico e esportivo
A presença de uma dessas condições ou necessidades não representa indicação automática. A elegibilidade depende das características individuais, dos objetivos clínicos, dos critérios de segurança e das evidências disponíveis para cada caso.

Integração terapêutica
Os efeitos da Neuromodulação não dependem apenas da estimulação. As atividades realizadas durante ou em associação ao tratamento também fazem parte do planejamento.
Por isso, quando indicada, a Neuromodulação poderá ser integrada a exercícios, tarefas cognitivas, atividades funcionais, treinamento motor, estímulos sensoriais ou práticas relacionadas às necessidades específicas do paciente.
Essa integração é definida individualmente e acompanhada ao longo do percurso.
Ciência aplicada à decisão clínicaLiderança clínica e científica
Neurocientista e Fisioterapeuta Neurofuncional, Doutora e Mestre em Neurociências e Comportamento pela Universidade de São Paulo, com 25 anos de experiência profissional.
Sua atuação integra Neuroanatomia, Neurofisiologia, Fisiopatologia, Neuroplasticidade, Controle Motor, cognição, movimento e Neuromodulação Não Invasiva.
No Instituto NeuroAlpha, é responsável pelas avaliações, pela análise de elegibilidade, pelo planejamento das intervenções e pelo acompanhamento dos pacientes submetidos à Neuromodulação Não Invasiva.
É professora convidada do Curso de Extensão Formação em Neuromodulação Não Invasiva da Universidade Federal de São Paulo — UNIFESP.
Profa. Dra. Cynthia Responde
O Instituto NeuroAlpha reuniu respostas em vídeo para dúvidas frequentes de pacientes e familiares sobre Neuromodulação Não Invasiva, sua aplicação e sua integração ao percurso clínico.
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O Mapa NeuroAlpha verifica se a Neuromodulação é adequada para as necessidades apresentadas e orienta os objetivos e o planejamento do tratamento.